5 de outubro de 2012

Sejam todos bem vindos!



   Em primeiro lugar, me chamo Henrique (prazer!), tenho 29 anos (gosto de frisar isso, pois há quem diga que "joguinhos são coisa de crianças") e como qualquer outro moleque da geração Y, minha história de vida está intimamente ligada aos jogos eletrônicos e, como tantos outros, venho jogando desde a época do entardecer dos fliperamas, passando por Atari,  Phantom System,  Master System,  Game Gear, Game Boy, Mega Drive, Super Nintendo, N64, PSX, PS2  e outros, sendo que, mais recentemente, com pouca intensidade, PS3. Porém,  sempre fui mais ligado aos jogos de PC... E lá se vão 17 anos como jogador inveterado de jogos de computador.

    No entanto, meu ponto de vista difere, em muito, da maioria dos gamers (hardcore) que, geralmente, são desses tipos de fãs que sabem tudo sobre desenvolvedores, criadores,  distribuidores, roteiristas, diretores, etc, dos games que estão jogando.  Meu enfoque foi, e sempre será, me divertir. Afinal, quantos são os jogos, hoje, que trazem gráficos maravilhosos, texturas de cair o queixo, e uma rejogabilidade quase nula?

 Sou oriundo da época dos enredos mínimos, música repetitiva, gráficos "quadradinhos" e de muita diversão (embora adore um enredo elaborado, músicas que complementem o jogo e gráficos exuberantes), portanto creio que, como não poderia deixar de ser, os jogos tem que, em primeiro lugar, nos servir de entretenimento. Sim... Xiitas, eu disse isso. Mas isso não impede que o jogo seja, também, uma obra de arte. Como é visto e reconhecido por lei, em outros países.

    Esperem textos mais apaixonados e displicentes de minha parte. Quero comentar jogos novos e antigos, dar dicas e, fazer analises e resenhas, de uma forma mais casual.


   Mais uma vez, sejam todos muito bem vindos, e fica o aviso:

    Haters, regozijem! O Santo Graal chegou!



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