Olá pessoal!
Hoje, vou apresentar o jogo INVERSION, desenvolvido pela Saber Interactive, distribuído pela Namco Bandai Games, lançado em julho deste ano, com versões para PS3, XboX 360 e PC.
Vi o trailer deste jogo, pela primeira vez, no ano passado, quando procurava informações sobre o que havia sido apresentado na E3 daquele ano, e fiquei maravilhado pela beleza gráfica do jogo, principalmente no que diz respeito a ambientação, porém, jogo "jogado" e zerado, tenho ressalvas.
Mas por que fazer um post sobre um jogo que você não achou tão bom?
Mas por que fazer um post sobre um jogo que você não achou tão bom?
Para ajudar você, gamer, a tirar suas próprias conclusões e decidir se deve ou não gastar seu rico dinheirinho no tal jogo.
Pois, vamos lá!
O protagonista do jogo é o policial Davis Russel, que estará sempre sendo auxiliado por seu parceiro Leo. O jogo está todo ambientado num mundo futurístico (próximo), onde uma raça chamada "Lutadores" invade a terra... Acredite!
Os dois personagens presenciam os primeiros fenômenos gravitacionais quando decidem voltar ao apartamento de Davis, para tentar encontrar Cara, a esposa de Davis e sua filha.
Quando chegam ao prédio, o encontram tomado por inimigos, e descobrem que Cara havia sido morta e a filha de Davis, Leila, raptada. A partir daí, durante o jogo todo, os dois partem numa busca ensandecida pela menina.
Agora que já sabemos o básico sobre a história, vamos analisar um pouco da jogabilidade deste jogo. Quando penso no que seria o ponto mais atrativo do jogo, automaticamente me vem o "conceito". Afinal, o roteiro não é um dos mais elaborados e, durante o desenrolar do jogo, a história não fica muito bem amarrada. Porém, o tal do conceito do jogo é esplendido.
Fora isso, o visual do jogo é muito, mas muito legal! E só é assim, graças o bom trabalho feito com a ambientação do jogo e com o fato de que quase tudo é interativo no cenário.
A movimentação do personagem é um pouco lenta e limitada, e a mira não é nada boa comparada com a de outro jogos do gênero, mas nada que vá estragar o bom humor de um jogador menos cri cri.
Basicamente, o que você faz no jogo é ir seguindo os mapas da história atirando em tudo que se move, já que, mesmo com tantas cutscenes, a história fica em trigésimo plano.
No jogo, seu personagem pode carregar até 2 armas, mais uma granada, contudo, leva também uma espécie de jetpack (Gravlink) que, quando acionado, consegue alterar a gravidade de objetos e utilizá-los como armas.
Um fato engraçado, é o aviso dado pelo fabricante, antes do início do jogo, que diz que, para algumas pessoas, o jogo pode causar tonturas, dores de cabeça e náuseas. Talvez devido a constante mudança no sentido da gravidade no jogo.
Essas mudanças de direção da força da gravidade, são o que torna o jogo tão atraente à primeira vista, sendo que eu realmente me diverti com essas anomalias.
Por fim, o jogo é um sandbox de tiro em terceira pessoa, que tem um conceito muito interessante, com muitas cutscenes, com um roteiro mau nutrido, e uma "fotografia" de cair o queixo.
MINHAS NOTAS PRO JOGO:
Visual: 8,5
Enredo: 4,5
Áudio: 6,0
Jogabilidade: 5,5
Diversão: 7,0
Rejogabilidade: 6,0
Nota final do jogo: 6,25
PARA AQUELES QUE QUISER EXPERIMENTAR O JOGO:

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