19 de outubro de 2012

POR FORA, BELA VIOLA...



      Olá pessoal! 

   Hoje, vou apresentar o jogo INVERSION, desenvolvido pela Saber Interactive, 
distribuído pela Namco Bandai Games, lançado em julho deste ano,  com versões para PS3, XboX 360 e PC.
   Vi o trailer deste jogo, pela primeira vez, no ano passado, quando procurava informações sobre o que havia sido apresentado na E3 daquele ano, e fiquei maravilhado pela beleza gráfica do jogo, principalmente no que diz respeito a ambientação, porém, jogo "jogado" e zerado, tenho ressalvas.

   Mas por que fazer um post sobre um jogo que você não achou tão bom?

   Para ajudar você, gamer, a tirar suas próprias conclusões e decidir se deve ou não gastar seu rico dinheirinho no tal jogo.

   Pois, vamos lá!



   O protagonista do jogo é o policial Davis Russel, que estará sempre sendo auxiliado por seu parceiro Leo.  O jogo está todo ambientado num mundo futurístico (próximo), onde uma raça chamada "Lutadores" invade a terra... Acredite!
   Os dois personagens presenciam os primeiros fenômenos gravitacionais quando decidem voltar ao apartamento de Davis, para tentar encontrar Cara, a esposa de Davis e sua filha.
   Quando chegam ao prédio, o encontram tomado por inimigos, e descobrem que Cara havia sido morta e a filha de Davis, Leila, raptada.  A partir daí, durante o jogo todo, os dois partem numa busca ensandecida pela menina.





   Agora que já sabemos o básico sobre a história, vamos analisar um pouco da jogabilidade deste jogo. Quando penso no que seria o ponto mais atrativo do jogo, automaticamente me vem o "conceito". Afinal, o roteiro não é um dos mais elaborados e, durante o desenrolar do jogo, a história não fica muito bem amarrada. Porém, o tal do conceito do jogo é esplendido.
Fora isso, o visual do jogo é muito, mas muito legal! E só é assim, graças o bom trabalho feito com a ambientação do jogo e com o fato de que quase tudo é interativo no cenário. 

  
    A movimentação do personagem é um pouco lenta e limitada, e a mira não é nada boa comparada com a de outro jogos do gênero, mas nada que vá estragar o bom humor de um jogador menos cri cri. 
Basicamente, o que você faz  no jogo é ir seguindo os mapas da história atirando em tudo que se move, já que, mesmo com tantas cutscenes, a história fica em trigésimo plano.
    No jogo, seu personagem pode carregar até 2 armas, mais uma granada, contudo, leva também uma espécie de jetpack (Gravlink) que, quando acionado, consegue alterar a gravidade de objetos e utilizá-los como armas.
   
   Um fato engraçado, é o aviso dado pelo fabricante, antes do início do jogo, que diz que, para algumas pessoas, o jogo pode causar tonturas, dores de cabeça e náuseas. Talvez devido a constante mudança no sentido da gravidade no jogo.
Essas mudanças de direção da força da gravidade, são o que torna o jogo tão atraente à primeira vista, sendo que eu realmente me diverti com essas anomalias.


   Por fim, o jogo é um sandbox de tiro em terceira pessoa, que tem um conceito muito interessante,  com muitas cutscenes, com um roteiro mau nutrido, e uma "fotografia" de cair o queixo.



MINHAS NOTAS PRO JOGO:

Visual: 8,5
Enredo: 4,5
Áudio: 6,0
Jogabilidade: 5,5
Diversão: 7,0
Rejogabilidade: 6,0


Nota final do jogo:  6,25


PARA AQUELES QUE QUISER EXPERIMENTAR O JOGO:

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